sábado, 19 de maio de 2012

NOVOS CONFESSORES DA FÉ

NOVOS CONFESSORES DA FÉ: OS MONGES DE ESPHIGMENOU DO MONTE ATHOS


O chefe do mosteiro, o abade Methodios
      "Sofrer perseguição pela Fé Ortodoxa é uma alegria!"
             Abade Methódios - Mosteiro de Esphigmenou
O Sagrado Mosteiro de Esphigmenou continua sua abençoada resistência ao Heresiarca, o Patriarca Ecumenista Bartolomeu II





Mais de 100 Monges Cristãos Ortodoxos Gregos recusam-se a deixar seu Mosteiro (Mosteiro da Ascenção - Esphigmenou) na Sagrada Montanha de Athos, nordeste da Grécia, apesar disso ter sido ordenado pelas autoridades gregas, depois de acusarem de heresia o Patriarca Bartolomeu II, líder da Igreja Estatal Ecumenista de Constantinopla e da Ortodoxia Mundial.


O prazo para sair expirou na terça-feira. Os Monges "rebeldes" vivem no Mosteiro Esphigmenou (consagrado à Ascenção de Cristo), no Monte Athos, conhecido como a Montanha Sagrada.


Eles dizem que suas comunicações e suprimentos de alimentos já foram cortados, mas eles conseguiram embargar a ordem de despejo a ser executada, apelando para a Suprema Corte. Os Monges afirmam que a razão dada para despejá-los não tem qualquer base legal.


Seu suposto superior eclesiástico, o Patriarca  Ecumênico Bartolomeu II, acusa-os de criar um cisma dentro da Igreja Ortodoxa Grega, por se recusarem a reconhecer a sua autoridade. Portanto, o Patriarca Bartolomeu afirma que os Monges de Esphigmenou são uma irmandade proibida.

Esta é uma disputa que remonta a mais de 30 anos, devido a aproximação constante entre o Patriarca Ortodoxo e o Papa de Roma. Durante a última década, houve novas reuniões entre o líder espiritual Ortodoxo Grego e a Igreja Católica Romana.

Os Monges "rebeldes" dizem que o contato já foi longe demais e é equivalente à heresia.

Eles afirmam que isso mina as próprias bases da Fé Ortodoxa, que foi criada há quase 1.000 anos atrás, depois do chamado Grande Cisma, ocorrido em 1054 e que separou a Igreja do Ocidente das Igrejas do Oriente. 

"ORTODOXIA OU MORTE"

Os Monges estão determinados a ficar no seu Mosteiro e dizem que têm suprimentos suficientes para durar por vários anos. Seu lema é a "ORTODOXIA OU MORTE".

O líder do Mosteiro, o Abade Methodios, disse à BBC que foi uma alegria para eles serem perseguidos por aquilo que ele chamou de Verdadeira Fé, dada a eles por Jesus Cristo.

As autoridades de Monte Athos dizem que não haverá violência.

Eles estão agora à espera de uma decisão final sobre o caso pela Suprema Corte.

Nota do Editor: O Patriarca Ecumênico Bartolomeu II é notório pelo seu liberalismo maçônico. Além de uma escandalosa aproximação com os Papas de Roma, com os quais o Patriarca Bartolomeu II tem participado de Liturgias, tanto no Vaticano quanto no Fanar, numa violação pública e reiterada dos Sagrados Cânones da Igreja que proíbem a oração comum com os hereges, ele é um dos mais ativos promotores do ecumenismo, tendo participado do Encontro Ecumênico de Assis em 2011 (foto) que prega a igualdade das religiões. Ele também tem feito declarações inadmissíveis sobre várias questões eclesiais e morais, tais como sua aprovação do aborto em casos específicos ("Há muitas razões para um casal praticar o aborto" afirmou ele em 20/07/1990, em uma entrevista SF Shows Off Its Ecumenical Spirit,” in the San Francisco Chronicle. ) e seus louvores públicos ao Islamismo, que ele considera um "Revelação Divina". http://www.patriarchate.org/documents/beginning-of-ramadan )
 
Fonte: www.cristianismoeortodoxia.blogspot.com

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PT e Dilma são o pai e a mãe das mentiras e da corrupção.

No dia 22 de outubro de 2010, escrevemos que “O PT é o Partido da Mentira e da Morte” .  Escrevemos isso porque o PT mentiu no TSE para obter a apreensão dos documentos, apelidados pejorativamente de “panfletos”, que são legítimos, legais e verdadeiros, e porque o PT defende o assassinato de crianças inocentes, no útero de suas mães, através da a liberação do aborto.
Como fizemos em 2006 e 2008, antes das eleições presidenciais de 2010,  escrevemos um documento denominado  “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, publicado em 01.07.2010, para orientar o voto dos fiéis de Guarulhos contra os candidatos contrários aos princípios cristãos, entre eles a candidata à presidência Dilma Rousseff, favorável à liberação do aborto.
Posteriormente, a seção regional de São Paulo da CNBB, denominada CNBB-Regional Sul-1, que representa e compreende as 41 Dioceses do estado de São Paulo, produziu o documento denominado “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, assinado por três Bispos, no qual orientou o voto contra os candidatos partidários da liberação do aborto. A CNBB-Regional Sul-1 liberou a impressão do documento para todas as Dioceses, pastorais e organizações que defendem os princípios cristãos, para que o distribuíssem a quem quisessem.
A candidata Dilma Rousseff e seu grupo político pediram,  ao Tribunal Superior Eleitoral, a apreensão dos documentos – “panfletos” – impressos, que ainda estavam na gráfica, sob duas alegações mentirosas: que o documento era falso e que havia crime contra o PT e contra a candidata Dilma, porque o documento dizia que o PT sempre defendeu a liberação do aborto.
A propagação contínua da mentira pelo PT e seus aliados nas eleições de 2010 – os partidos comunistas seguem a máxima do líder propagandista de Hitler, Joseph Goebbels, segundo a qual  “uma mentira dita cem vezes torna-se verdade”,  foi tão forte que até utilizou o Bispo de Jales, Dom Demétrio Valentini, para conceder entrevista a jornal de Guarulhos e dizer que nós tínhamos cometido ”crime eleitoral”.
Provamos, no TSE, que o documento assinado pelos três Bispos é verdadeiro e provamos que o PT e a candidata Dilma defendem, sim, a liberação do aborto. E o Ministério Público Federal garantiu que não praticamos crime eleitoral e pediu a devolução do material para a Diocese de Guarulhos.  O TSE mandou a Polícia Federal devolver o material apreendido.  A documentação está todinha em nosso blog, www.domluizbergonzini.com.br. A Igreja Católica tem o direito legítimo de defender o Evangelho e seus princípios, em qualquer época.
Naquele momento e de repente,  a candidata Dilma Rousseff, para enganar os católicos e cristãos, se declarou “devota” de Nossa Senhora Aparecida e até foi ao Santuário da Padroeira do Brasil.  Se católica ou cristã fosse, ela deveria ter promovido uma missa antes de sua posse como presidente.  Quem é católico, não precisa se envergonhar de sê-lo.
Se devota de Nossa Senhora Aparecida fosse, teria, como todos os devotos têm, uma imagem da Mãe de Jesus Cristo em seu gabinete de trabalho. Em vez disso, no seu primeiro dia de trabalho, ela mandou retirar Jesus Cristo Crucificado e a Bíblia do seu gabinete.
Aguardamos, ansiosamente, que ela comparecesse em Aparecida, no dia 12 de outubro de 2011, para demonstrar sua devoção a Nossa Senhora Aparecida e mostrar para todos os brasileiros e para o mundo que ela não havia enganado os cristãos brasileiros para obter votos em 2010. E que, pelo menos, confessasse e comungasse.  Porém, nada disso aconteceu.
O povo brasileiro está enredado por mentiras. Já vimos acima o caso da apreensão ilegal dos documentos da Igreja, nas eleições de 2010. No caso das mortes maternas dizem, mentirosa e preconceituosamente, que as mulheres morrem por serem negras ou pobres; na verdade elas morrem pela precariedade do SUS e do sistema de  saúde  que lhes é oferecido (Brasil recebe condenação inédita da ONU por morte materna).
A mentira gera ou tenta esconder a corrupção e interesses escusos. Lula apresentou Dilma como “gerentona”  do governo, que sabia de tudo e conhecia todos os ministros.  Nunca antes na história deste país houve tantos ministros, nomeados pelo presidente da república, afastados por denúncias de corrupção (AQUI).
O povo brasileiro está tentando lutar contra as mentiras e a corrupção. Os brasileiros  somente conseguirão combatê-las se começarem, como digo sempre, a “dar nomes aos bois”, ou dar os nomes dos pais e da mães das mentiras e da corrupção.
Lembram-se como antigamente davam nomes aos bois?  Era assim: Fora Ditadura, Fora Collor,  Fora FHC, e tantos outros “foras”.  Agora, os brasileiros precisam fazer o mesmo. No caso do governo federal, os nomes do pai e da mãe das mentiras e da corrupção, ou maracutaias, como diziam antigamente, ou malfeitos, como dizem agora, são o PT e Dilma.  No caso dos governos estaduais, os nomes são os dos governadores. E no caso dos governos municipais, os nomes são os dos prefeitos.
As pessoas estão com medo de dar os nomes dos responsáveis. Não tenham medo de dizer:  Fora PT,  Fora Dilma, Fora (Fulano de Tal),  seja governador, prefeito, deputado, vereador, enfim,  fora todos os que consomem até 69 bilhões de reais em atos de corrupção,  sugados dos impostos pagos com muito sacrifício pelos brasileiros.  Fora os que querem afastar o povo dos princípios morais cristãos e  mantê-lo sem educação, sem segurança e, principalmente,  sem atendimento de saúde suficiente para garantir uma vida digna para cada brasileiro – a vida é uma dádiva divina-, desde o momento da fecundação até a morte natural na velhice.

“NÃO LEVANTARÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA TEU PRÓXIMO”.(Ex 20,16) é o mandamento.  Levantar falso testemunho é mentir, como mentiram na época das eleições e continuam mentindo.
Chega de mentiras! Chega de corrupção!
Não tenham medo!  Vamos, juntos, restaurar os princípios morais cristãos e Mudar o Brasil.
22.11.2011
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A excelência da vida interior

Luis Claudio Viana da Silva

Muitas pessoas têm me perguntando por que parei de escrever nesse blog... A verdade é que depois de muitas polêmicas sem fruto e com grave prejuízo para minha vida interior cheguei à conclusão de que há muito mais mérito em calar certas coisas que trombetear aos quatro cantos da cidade.
No fundo, as grandes lições de ascética e mística puderam falar mais alto ao meu espírito e me devolver àquela serenidade que as discussões subtraíram. E tem ainda a questão da vocação...
Hoje vejo com espanto o quanto me envolvi em discussões estéreis. A vida política de uma cidade não pode ficar a mercê das vaidades humanas daqueles que pretendem manipular a vontade do povo.
Os problemas que se abatem sobre a cidade são inumeráveis. Graves. E demandam verdadeira nobreza de espírito por parte dos políticos investidos de mandato e daquelas autoridades constituídas em dignidade para fazer prevalecer a justiça e o direito.
A crise de valores atinge níveis jamais vistos!
Os fundamentos da verdade e do bem, do direito e da justiça, encontram-se gravemente comprometidos com ideologias caducas e antinaturais. Percebe-se por toda parte uma demolição silenciosa dos antigos valores que sustentaram por séculos a civilização cristã.
O relativismo invade cada dia mais as raízes do direito e vai transformando a norma jurídica num mero capricho da vontade que se entrega aos vícios e caprichos da modernidade.
Num cenário tão anti-católico, numa nação fundada sob o signo da Santa Cruz, que fazendo coro a grande apostasia que assolada o ocidente e parte do oriente já tomado pelo islamismo, percebo que há muito pouco a ser feito...
E assim, reunindo em mim aquelas forças que adquiri na juventude que passei nos claustros, vou retomando devagar o governo de mim mesmo, da minha alma e do meu espírito, certo que o melhor a fazer é ser católico, bom católico, verdadeiro católico.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O PT É O PARTIDO DA MORTE

"O PT é o partido da mentira, o PT é o partido da morte", afirmou ontem d. Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo diocesano de Guarulhos, na Grande São Paulo. "O PT descrimina o aborto, aceita o aborto até o nono mês de gravidez. Isso é assassinato de ser humano que não tem nem o direito de se defender."
D. Luiz é a voz dentro da Igreja católica que desconforta Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e a coloca no centro da polêmica sobre o aborto. É dele a iniciativa de fazer 2 milhões de cópias do folheto "apelo a todos os brasileiros e brasileiras".
Mais que um libelo contra a interrupção da gravidez, o documento é uma recomendação expressa aos brasileiros para que "nas próximas eleições deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários ao aborto". Não cita nominalmente a petista, mas é a ela que se refere claramente.
"Eu tenho uma palavra só, eu não tenho duas ou três palavras como a dona Dilma tem. Ela apresentou três planos de governo, o segundo mascara o primeiro e o terceiro mascara o segundo", disse d. Luiz, na casa episcopal, onde recebeu a imprensa para falar pela primeira vez sobre a ação da Polícia Federal que, há uma semana, confiscou 1 milhão de folhetos por ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A corte acolheu liminarmente ação cautelar do PT que alegou ser alvo de documento apócrifo e falso. "Foi uma violência contra a Igreja", reprova o bispo. Mas ele não recua. Por meio dos advogados da Mitra de Guarulhos, João Carlos Biagini e Roberto Victalino de Brito Filho, o bispo requer ao TSE que revogue a decisão provisória e determine a imediata devolução da papelada que mandou fazer na Gráfica Plana, no Cambuci, em São Paulo.
Nos templos. Se recuperar os panfletos, que considera pertencer à Igreja, d. Luiz planeja distribuir um a um nas portas e nos arredores dos templos nos limites de sua Diocese e mesmo além. "Eu sou pela verdade. Pela verdade eu morro se preciso for, pela Igreja eu morro, pela minha consciência eu morro. Não tenho medo. Estou enfrentando situação difícil, mas vou continuar." A seu rebanho ele prega: "Não vote na Dilma."
Indigna-o a acusação do PT, de que seu apelo é uma falsificação. O documento, observa, é oficial da Igreja, assinado por três bispos e aprovado pelas Comissões Diocesanas de Defesa da Vida. "O PT é o partido da mentira. Dilma sempre declarou que era um absurdo não liberar o aborto. Agora ela é até muito católica. É lógico, depois das pesquisas ela mudou de opinião. Me acusam de mentir sobre esses fatos verdadeiros. O PT é o partido da morte. Diante de tanta manipulação espero que o povo enxergue a verdade e vote certo."
Ressalta que não está fazendo campanha ou pedindo votos para José Serra (PSDB), antagonista de Dilma. Conhece o tucano que, como ministro da Saúde, passou pela cidade. "Mas nunca tomei uma taça de vinho com ele, nem mesmo copo d"água."
Sua missão, diz, é promover o evangelho e a doutrina cristã. Apresenta-se como sacerdote do Altíssimo. "Na defesa da vida vou até a morte. Nunca pedi que votem ou não votem em Serra. Eu digo que não votem na Dilma. Há outras opções, o voto nulo, o branco. Sou político, tenho direito de ser, mas não partidário."
Sua diocese abriga 1,3 milhão de habitantes, espalhados em 341 quilômetros quadrados. É a segunda maior do Estado, com 36 igrejas e 50 capelas. Ele considera "contrassenso" o fato de o presidente Lula ter oferecido abrigo à mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento. "O governo oferece até asilo político para uma senhora condenada em seu País. Aqui aceita que se mate crianças nossas, que não cometeram crime algum, e em grande quantidade."
Pressões não o inibem. Carta anônima chegou a seu retiro, a 23 de setembro, postada na agência Central dos Correios, um manuscrito que atribui a petistas violências e morte. "Não tenho medo." São muitas, "pelo menos 300", as manifestações de solidariedade que tem recebido - elas chegam por e-mails, telefonemas, cartas e telegramas, até de d. Evaristo Arns. "De político não chegou nenhuma mensagem."
E os R$ 30 mil investidos na impressão, de onde saíram? "Doações espontâneas que chegaram a mim, doações de pessoas não ligadas a partidos. Gente que me deu ajuda com essa finalidade, de fazer folhetos. Teve sobra, vou doar à Diocese."
Não o incomoda o fato de a gráfica do Cambuci pertencer a empresário casado com uma filiada do PSDB, irmã de Sérgio Kobayashi, que integra a campanha de Serra. "Essa mesma gráfica imprimiu jornais e panfletos para candidatos do PT."
D. Luiz diz respeitar "a opinião e a posição" de qualquer cidadão. "Não sou desses que manda sequestrar impressos, que amordaça a imprensa, como infelizmente acontece em nosso País hoje. Estou com a consciência tranquila de ter feito a minha obrigação. A minha posição é esta: não pode votar na Dilma. Se ela vencer vou lamentar. Vou respeitá-la como presidente, mas vou continuar minha luta. Eu tenho uma palavra só, contra o aborto. É uma norma pétrea. Não vou ceder." 



sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Lógica do abortismo
Olavo de Carvalho

O aborto só é uma questão moral porque ninguém conseguiu jamais provar, com certeza absoluta, que um feto é mera extensão do corpo da mãe ou um ser humano de pleno direito. A existência mesma da discussão interminável mostra que os argumentos de parte a parte soam inconvincentes a quem os ouve, se não também a quem os emite. Existe aí portanto uma dúvida legítima, que nenhuma resposta tem podido aplacar. Transposta ao plano das decisões práticas, essa dúvida transforma-se na escolha entre proibir ou autorizar um ato que tem cinqüenta por cento de chances de ser uma inocente operação cirúrgica como qualquer outra, ou de ser, em vez disso, um homicídio premeditado. Nessas condições, a única opção moralmente justificada é, com toda a evidência, abster-se de praticá-lo. À luz da razão, nenhum ser humano pode arrogar-se o direito de cometer livremente um ato que ele próprio não sabe dizer, com segurança, se é ou não um homicídio. Mais ainda: entre a prudência que evita correr o risco desse homicídio e a afoiteza que se apressa em cometê-lo em nome de tais ou quais benefícios sociais hipotéticos, o ônus da prova cabe, decerto, aos defensores da segunda alternativa. Jamais tendo havido um abortista capaz de provar com razões cabais a inumanidade dos fetos, seus adversários têm todo o direito, e até o dever indeclinável, de exigir que ele se abstenha de praticar uma ação cuja inocência é matéria de incerteza até para ele próprio.

Se esse argumento é evidente por si mesmo, é também manifesto que a quase totalidade dos abortistas opinantes hoje em dia não logra perceber o seu alcance, pela simples razão de que a opção pelo aborto supõe a incapacidade – ou, em certos casos, a má vontade criminosa – de apreender a noção de "espécie". Espécie é um conjunto de traços comuns, inatos e inseparáveis, cuja presença enquadra um indivíduo, de uma vez para sempre, numa natureza que ele compartilha com outros tantos indivíduos. Pertencem à mesma espécie, eternamente, até mesmo os seus membros ainda não nascidos, inclusive os não gerados, que quando gerados e nascidos vierem a portar os mesmos traços comuns. Não é difícil compreender que os gatos do século XXIII, quando nascerem, serão gatos e não tomates.

A opção pelo abortismo exige, como condição prévia, a incapacidade ou recusa de apreender essa noção. Para o abortista, a condição de "ser humano" não é uma qualidade inata definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram. Quem decide se o feto em gestação pertence ou não à humanidade é um consenso social, não a natureza das coisas.

O grau de confusão mental necessário para acreditar nessa idéia não é pequeno. Tanto que raramente os abortistas alegam de maneira clara e explícita essa premissa fundante dos seus argumentos. Em geral mantêm-na oculta, entre névoas (até para si próprios), porque pressentem que enunciá-la em voz alta seria desmascará-la, no ato, como presunção antropológica sem qualquer fundamento possível e, aliás, de aplicação catastrófica: se a condição de ser humano é uma convenção social, nada impede que uma convenção posterior a revogue, negando a humanidade de retardados mentais, de aleijados, de homossexuais, de negros, de judeus, de ciganos ou de quem quer que, segundo os caprichos do momento, pareça inconveniente.

Com toda a clareza que se poderia exigir, a opção pelo abortismo repousa no apelo irracional à inexistente autoridade de conferir ou negar, a quem bem se entenda, o estatuto de ser humano, de bicho, de coisa ou de pedaço de coisa.

Não espanta que pessoas capazes de tamanho barbarismo mental sejam também imunes a outras imposições da consciência moral comum, como por exemplo o dever que um político tem de prestar contas dos compromissos assumidos por ele ou por seu partido. É com insensibilidade moral verdadeiramente sociopática que o sr. Lula da Silva e sua querida Dona Dilma, após terem subscrito o programa de um partido que ama e venera o aborto ao ponto de expulsar quem se oponha a essa idéia, saem ostentando inocência de qualquer cumplicidade com a proposta abortista.
Seria tolice esperar coerência moral de indivíduos que não respeitam nem mesmo o compromisso de reconhecer que as demais pessoas humanas pertencem à mesma espécie deles por natureza e não por uma generosa – e altamente revogável – concessão da sua parte.

Também não é de espantar que, na ânsia de impor sua vontade de poder, mintam como demônios. Vejam os números de mulheres supostamente vítimas anuais do aborto ilegal, que eles alegam para enaltecer as virtudes sociais imaginárias do aborto legalizado. Eram milhões, baixaram para milhares, depois viraram algumas centenas. Agora parece que fecharam negócio em 180, quando o próprio SUS já admitiu que não passam de oito ou nove. É claro: se você não apreende ou não respeita nem mesmo a distinção entre espécies, como não seria também indiferente à exatidão das quantidades? Uma deformidade mental traz a outra embutida.

Aristóteles aconselhava evitar o debate com adversários incapazes de reconhecer ou de obedecer as regras elementares da busca da verdade. Se algum abortista desejasse a verdade, teria de reconhecer que é incapaz de provar a inumanidade dos fetos e admitir que, no fundo, eles serem humanos ou não é coisa que não interfere, no mais mínimo que seja, na sua decisão de matá-los. Mas confessar isso seria exibir um crachá de sociopata. E sociopatas, por definição e fatalidade intrínseca, vivem de parecer que não o são. 

http://www.olavodecarvalho.org/semana/101014dc.html

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Fratres in Unum.com

“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”
É preciso agora debelar o ovo da serpente.

Por Prof. Hermes Rodrigues Nery
Foto na primeira página da Folha de São Paulo - 12 de outubro de 2010.


Foto na primeira página da Folha de São Paulo - 12 de outubro de 2010.

A foto estampada hoje (dia da Padroeira do Brasil), na capa da Folha de São Paulo, em que a candidata comunista Dilma Rousseff aparece na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, ao lado do deputado federal eleito Gabriel Chalita (da TV Canção Nova) e de outro deputado petista, é uma afronta à fé do povo brasileiro. Tal fato evidencia a que ponto chegou o cinismo pragmático do PT, que quer a todo custo fazer eleger sua candidata à Presidência da República, mentindo descaradamente, em ousadia sem temor algum, como sempre fizeram: iludindo, manipulando, usando de astúcia e fraudes, para conquistar e se manter no poder.

É claríssima a proposta anti-cristã do PT exposta no PNDH3, como muitos sabem disso, mas o povo, o povo simples e desinformado, não tem alcance para entender as sutilezas dos discursos eleitoreiros, ainda mais com a sofisticação da retórica hollyhoodiana que apresenta agora a maoísta Dilma como mãe do Brasil. E então, transformam a ex-guerrilheira, ex-terrorista, comunista, marxista e atéia Dilma Roussef como devota de Nossa Senhora, que vai ao principal santuário mariano do País, pela primeira vez em sua vida, somente para posar para as câmaras fotográficas e televisivas como boa cristã e católica. Ela que faz descaso da fé, que despreza a Igreja, e que vai agir feito rolo compressor contra os cristãos em nosso País, busca com desespero os votos do povo católico. O próprio Hugo Chávez já alertou a todos dizendo alto e em bom tom: “Ela é da linha dura do PT”. Com ela, vão implantar o socialismo no Brasil.

E o mais triste da foto estampada hoje na Folha de São Paulo, é que ao lado de Dilma, está o deputado federal eleito Gabriel Chalita, sorridentíssimo, pois está conseguindo – ao que parece – estancar a sangria de votos entre o rebanho católico – obcecado que ele está pelo Ministério da Educação num provável Governo Dilma, confirmando assim, sem remorso algum, o seu pacto faustiano.

O Ministério da Educação será peça-chave para a lavagem cerebral que se prepara com o governo Dilma, para minar de vez a influência cristã em nosso País. O que já aconteceu na Alemanha nazista é o que se prepara para ocorrer no Brasil. E mais uma vez, a Igreja Católica é chamada a ser protagonista, voz profética e “sinal de contradição” à ideologia perversa que aí está. A História, a exemplo do que já aconteceu no passado, vai cobrar daqueles que hoje podem e devem se posicionar. A Igreja Católica é chamada hoje a ser coerente com sua doutrina moral e social, daí que não pode aprovar candidatos que sejam declaradamente a favor do aborto. Estas eleições “agitadíssimas”, como no dizer do Pe. José Augusto, da TV Canção Nova, são um prelúdio do que poderá vir. Não digam depois que ninguém avisou antes, pois é muito cômodo depois falar que não sabiam do que eles eram capazes de fazer. Mais uma vez, dizemos claramente: Dilma Rousseff representa um projeto político anti-cristão, já explicitado no PNDH3. Daí a importância (ainda em tempo) de esclarecer de modo especial o povo católico, das conseqüências sombrias para o Brasil se não debelarmos agora “o ovo da serpente”.

http://fratresinunum.com/

terça-feira, 5 de outubro de 2010


CATÓLICO NÃO PODE VOTAR EM DILMA ROUSSEFF

O sermão é tremendo!
Vale a pena ouvir.
É do Revmo. Pe. José Augusto da Canção Nova.
Prega de modo insofismável a completa impossibilidade de um católico votar em Dilma Rousseff!
Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça!